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03 abril 2008

www.rumoacuba.blogspot.com

«Eu sou o Luís, nasci há 21 anos, na cidade da Covilhã, onde cresci como pessoa. Nasci sem problemas de saúde e assim vivi a minha infância, cheio de energia, vida, a fazer as traquinices normais de uma criança que crescia em sociedade e estava sempre rodeado de pessoas.
Aos 14 anos tudo aconteceu… dia 27 de Junho de 2000… data que nunca esquecerei e que mudou radicalmente a minha vida.

Acordei normalmente, num belo dia de sol, era o último dia de aulas, estava no 8º ano, nesse dia iriam realizar-se diversas actividades e jogos, precisamente para os alunos festejarem esse último dia de aulas. No decorrer de uma das actividades, a última do dia, e depois de ter participado em todas as outras, ao me levantar para festejar a vitória da minha equipa, senti uma dor fortíssima nas costas… que me impossibilitou de imediato de festejar… ainda me desloquei do campo de jogos até ao polivalente da escola mas, com a ajuda dos amigos, porque a mobilidade já estava afectada e as dores eram fortíssimas.
Com o passar dos minutos, a força dos membros inferiores desaparecia, as dores aumentavam e a entrada no hospital foi de imediato.

Do hospital da Covilhã fui transferido de emergência para o hospital Universitário de Coimbra, onde passei 2 meses e onde tive de “engolir” a minha médica dizer que… “Luís, a tua situação é complicada… não irás voltar a andar para o resto da tua vida…” e tudo se desfez naquele instante… o diagnóstico era uma lesão medular!...
Passados esses 2 meses, e sem mais nada a fazer, fui transferido para o Centro de Reabilitação de Alcoitão, onde prossegui com a adaptação à minha nova situação. Ensinaram-me a fazer as coisas básicas da vida, que antes fazia num piscar de olhos e sem dificuldade. Agora tudo era difícil, tudo era novo, tudo o que existia implicava um obstáculo, que me ensinaram a ultrapassar.

Após consultar um médico cubano, para pedir uma outra opinião, ele diz-me que possivelmente estou mal diagnosticado e que não há razão para isto ter acontecido, pelo menos desta maneira.A opinião dele é que eu devo ir a Cuba para ser elaborado um estudo pormenorizado sobre o que realmente tenho e o que se pode fazer, uma vez que em Portugal não fazem esses estudos convenientemente, com a profundidade e pormenor que a situação exige.

E é aí que reside o problema… para ir uma semana a Cuba, fazer esses testes, são precisos cerca de 3000€ e, sinceramente, eu não tenho esse dinheiro… a minha família não tem posses para tal encargo.
Não imaginam como me custa pedir isto mas preciso mesmo da vossa ajuda, para poder ir a Cuba, e saber realmente o que tenho e possivelmente voltar a andar, recuperar.

Um pouco entre todos não custa nada, e ajudam-me a mim…

Deixo aqui os meus agradecimentos a todos. »


Faça o seu donativo

  • Transferencia Bancária NIB:0035 0808 00007063300 75
  • Transferencia via Paypal e-mail:rumoacuba@gmail.com

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Venho fazer um apelo a todos os sócios da claque e não só, a contribuir para tentarmos levar o Luís a Cuba.

Eu por acaso conheço o Luís de vista e penso que andava a estudar no Liceu se não me engano.

O que eu queria fazer é que todos os que fossem á Pampilhosa este fim-de-semana tentassem vender o máximo de cachecóis possíveis para ao mesmo tempo facultarmos uma percentagem para doar-mos ao Luís. Que me dizem?


Abraços

6 comentários:

  1. por mim axo uma optima forma de de ajudar-mos o Luis com a venda dos cachecois e se as pessoas disponibilizarem-se só o luis beneficiara

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  2. epa eu compro um
    voces vao para a bancada ou para o peao?
    ate domingo

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  3. penso que seja para a bancada central

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  4. mais certo é irmos para o peao

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  5. epa tanto faz ate porque do peao7bancada ou vice-versa da para ter acesso
    ate domingo

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