O Sporting Clube da Covilhã aproveitou a recepção ao Sport Clube Penalva do Castelo para voltar a saborear uma vitória, que resultou de um golo de Real aos 64 minutos e que permitiu aumentar para oito pontos a vantagem sobre o mais directo perseguidor.
Perante um adversário apostado em segurar a igualdade, o Covilhã sentiu sérias dificuldades em ultrapassar essa estratégia defensiva do Penalva, como tal, na meia hora inaugural foram poucos os lances que provocaram alguma emoção no público. Cerca dos trinta minutos, o jogo tornou-se mais movimentado, até porque os visitantes começaram a acreditar mais no contra ataque e criaram duas acções delicadas para os locais por Carvalhinho e Belo. Também na área do Penalva surgiram jogadas problemáticas, nomeadamente um cabeceamento de Real e os remates de Paulo Vaz e Fabrício, mas o certo é que o resultado não sofreu alteração. Nos minutos finais do primeiro tempo verificaram-se duas ameaças concretas ao nulo, visto que aos 40 minutos, Paulo Listra atirou para uma boa intervenção de Igor Araújo, enquanto no minuto seguinte, Djikine apenas não festejou o golo por causa de um defensor forasteiro que se encontrava devidamente localizado na linha de baliza. Ao intervalo: 0-0.
Perante um adversário apostado em segurar a igualdade, o Covilhã sentiu sérias dificuldades em ultrapassar essa estratégia defensiva do Penalva, como tal, na meia hora inaugural foram poucos os lances que provocaram alguma emoção no público. Cerca dos trinta minutos, o jogo tornou-se mais movimentado, até porque os visitantes começaram a acreditar mais no contra ataque e criaram duas acções delicadas para os locais por Carvalhinho e Belo. Também na área do Penalva surgiram jogadas problemáticas, nomeadamente um cabeceamento de Real e os remates de Paulo Vaz e Fabrício, mas o certo é que o resultado não sofreu alteração. Nos minutos finais do primeiro tempo verificaram-se duas ameaças concretas ao nulo, visto que aos 40 minutos, Paulo Listra atirou para uma boa intervenção de Igor Araújo, enquanto no minuto seguinte, Djikine apenas não festejou o golo por causa de um defensor forasteiro que se encontrava devidamente localizado na linha de baliza. Ao intervalo: 0-0.
A segunda parte apresentou-se dinâmica, com a bola a andar mais perto das redes, sendo de salientar na fase inicial duas boas oportunidades para aos visitantes: aos 53 minutos, Vladimir evitou que o cruzamento de Carvalhinho fosse certeiramente desviado por João Aurélio; e aos 55 minutos, Carvalhinho isolou-se diante Igor Araújo e obrigou o guardião serrano a uma intervenção de categoria. No entanto, aos 64 minutos foi o Covilhã que celebrou o único golo do jogo, com Sérgio Rebordão a cobrar um livre na direita para Bruno Nogueira rematar para o desvio de calcanhar de Real, que assim garantiu a vantagem covilhanense no marcador. A missão do Penalva do Castelo ficou ainda mais complicada aos 66 minutos, pois João Aurélio viu o segundo amarelo e recebeu ordem de expulsão, porém, foi em inferioridade numérica que quase alcançou o empate aos 75 minutos, com Belo a acertar na barra local na cobrança de um livre directo. A partida só voltou a ter motivos de saliência nos momentos finais: aos 90+1 minuto, Sérgio Rebordão enviou a bola à barra da baliza de Nuno num livre directo; aos 90+3 minutos, Rogério viu o cartão vermelho e deixou os visitantes com nove unidades; e aos 90+4 minutos, Fabrício desperdiçou a aumento da vantagem diante do guardião Nuno. Com este triunfo, o Covilhã consolidou o lugar mais alto da classificação, deslocando-se na próxima jornada ao campo do Tourizense, que ocupa agora a segunda posição no campeonato.
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