Um golo assinado por Real aos 74 minutos, permitiu ao Sporting Clube da Covilhã somar a segunda vitória consecutiva no campeonato, um sucesso que valeu o reforço do lugar mais alto da tabela classificativa da Série C do Nacional da 2ª Divisão.
Na primeira parte, a elevada temperatura (cerca de 21 graus) pareceu ter afectado o rendimento dos jogadores de ambas as equipas, visto que apesar do empenho colocado em campo, o ritmo da partida nunca foi muito acelerado, o que contribuiu para a falta de lances geradores de emoção. Mesmo assim, o Covilhã foi a formação que teve a iniciativa de jogo, mas não conseguiu melhor que pontuais remates que nunca acertaram na baliza defendida por Humberto, merecendo destaque um cabeceamento de Real aos 22 minutos e duas acções de Fabrício aos 28 e 39 minutos. Já o Torreense, actuou mais no seu meio campo, mas não deixou de estar atento a algumas situações ofensivas, contudo, também não foi além de um remate torto protagonizado por Catarino aos 29 minutos. Ao intervalo: 0-0.
Na etapa complementar, o encontro começou por manter as características monótonas e até um canino resolveu ser motivo de saliência, ao reivindicar a posse da bola aos 52 minutos, o que motivou momentos de riso entre a numerosa assistência. Depois dos 60 minutos, o jogo tornou-se mais movimentado, até porque o Covilhã apresentou maior rapidez na troca de bola, o que provocou mais aproximações à baliza contrária, como aos 61 minutos, quando Gomes rematou para defesa de Humberto. O Torreense raramente procurou o ataque, estando mais preocupado em segurar o empate, que esteve quase a desfazer-se aos 69 minutos, com Fabrício a obrigar Humberto a duas intervenções consecutivas. O golo covilhanense acabou mesmo por surgir aos 74 minutos, quando na sequência de um canto apontado por Sérgio Rebordão na direita, a bola sofreu um primeiro desvio que permitiu a Real o remate triunfal. A resposta visitante não se revelou objectiva e foi o Covilhã que esteve perto de aumentar a vantagem aos 84 minutos, mas Humberto opôs-se bem à iniciativa de Fabrício. A maior pressão do Torreense aconteceu já nos instantes finais, ao conseguir uma série de três cantos a favor, que no entanto não colocaram em verdadeiro risco a vitória serrana. Este triunfo possibilitou ao Covilhã a dilatação da vantagem sobre o segundo classificado, que é agora o Tourizense com menos onze pontos, deslocando-se na próxima jornada ao terreno do Eléctrico, em Ponte de Sor.
Na primeira parte, a elevada temperatura (cerca de 21 graus) pareceu ter afectado o rendimento dos jogadores de ambas as equipas, visto que apesar do empenho colocado em campo, o ritmo da partida nunca foi muito acelerado, o que contribuiu para a falta de lances geradores de emoção. Mesmo assim, o Covilhã foi a formação que teve a iniciativa de jogo, mas não conseguiu melhor que pontuais remates que nunca acertaram na baliza defendida por Humberto, merecendo destaque um cabeceamento de Real aos 22 minutos e duas acções de Fabrício aos 28 e 39 minutos. Já o Torreense, actuou mais no seu meio campo, mas não deixou de estar atento a algumas situações ofensivas, contudo, também não foi além de um remate torto protagonizado por Catarino aos 29 minutos. Ao intervalo: 0-0.
Na etapa complementar, o encontro começou por manter as características monótonas e até um canino resolveu ser motivo de saliência, ao reivindicar a posse da bola aos 52 minutos, o que motivou momentos de riso entre a numerosa assistência. Depois dos 60 minutos, o jogo tornou-se mais movimentado, até porque o Covilhã apresentou maior rapidez na troca de bola, o que provocou mais aproximações à baliza contrária, como aos 61 minutos, quando Gomes rematou para defesa de Humberto. O Torreense raramente procurou o ataque, estando mais preocupado em segurar o empate, que esteve quase a desfazer-se aos 69 minutos, com Fabrício a obrigar Humberto a duas intervenções consecutivas. O golo covilhanense acabou mesmo por surgir aos 74 minutos, quando na sequência de um canto apontado por Sérgio Rebordão na direita, a bola sofreu um primeiro desvio que permitiu a Real o remate triunfal. A resposta visitante não se revelou objectiva e foi o Covilhã que esteve perto de aumentar a vantagem aos 84 minutos, mas Humberto opôs-se bem à iniciativa de Fabrício. A maior pressão do Torreense aconteceu já nos instantes finais, ao conseguir uma série de três cantos a favor, que no entanto não colocaram em verdadeiro risco a vitória serrana. Este triunfo possibilitou ao Covilhã a dilatação da vantagem sobre o segundo classificado, que é agora o Tourizense com menos onze pontos, deslocando-se na próxima jornada ao terreno do Eléctrico, em Ponte de Sor.
Ficha de Jogo
Complexo Desportivo da Covilhã
SC Covilhã 1
Igor Araújo; Vladimir, Sérgio Rebordão, Real e Cordeiro; Edgar, Djikine e Paulo Gomes; Bruno Nogueira, Gomes e Fabrício.
Substituições: Bruno Nogueira por André (56') e Gomes por Dani (81').
Suplentes não utilizados: Luís Miguel, Márcio, Ankyofna, Pombo e Quelhas.
Treinador: Rui França.
Disciplina: Cartão Amarelo a Djikine (26') e Paulo Gomes (90+5').
Marcador: Real (74').
SCU Torreense 0
Humberto; Lionn, João Afonso, André Santos e Passos; Paulinho e Pedro Neves; Miguel Paixão, Coça e Castro; Catarino.
Substituições: Castro por Paulo Vítor (64'), Passos por Serginho (76') e Paulinho por Flávio Junior (76').
Suplentes não utilizados: Dário, Alverca, Moleiro e Cristiano.
Treinador: Henrique Gregório.
Disciplina: Cartão Amarelo a Pedro Neves (61'), Lionn (69') e Coça (90+2'). Cartão Vermelho ao suplente Moleiro (90').
Árbitro: Diogo Santos (C.A. Aveiro), assistido por Santos Silva e Alberto Oliveira.
Complexo Desportivo da Covilhã
SC Covilhã 1
Igor Araújo; Vladimir, Sérgio Rebordão, Real e Cordeiro; Edgar, Djikine e Paulo Gomes; Bruno Nogueira, Gomes e Fabrício.
Substituições: Bruno Nogueira por André (56') e Gomes por Dani (81').
Suplentes não utilizados: Luís Miguel, Márcio, Ankyofna, Pombo e Quelhas.
Treinador: Rui França.
Disciplina: Cartão Amarelo a Djikine (26') e Paulo Gomes (90+5').
Marcador: Real (74').
SCU Torreense 0
Humberto; Lionn, João Afonso, André Santos e Passos; Paulinho e Pedro Neves; Miguel Paixão, Coça e Castro; Catarino.
Substituições: Castro por Paulo Vítor (64'), Passos por Serginho (76') e Paulinho por Flávio Junior (76').
Suplentes não utilizados: Dário, Alverca, Moleiro e Cristiano.
Treinador: Henrique Gregório.
Disciplina: Cartão Amarelo a Pedro Neves (61'), Lionn (69') e Coça (90+2'). Cartão Vermelho ao suplente Moleiro (90').
Árbitro: Diogo Santos (C.A. Aveiro), assistido por Santos Silva e Alberto Oliveira.
LOL...
ResponderEliminarOs ultras?!?!
Isto não são dois gajos que vão ao futebol com uma bandeira e um tambor?! Isto para não falar das belas vozes que ali temos.
Que bonita claque... o tico e teco!
Rapazes, vale o esforço mas ou fazem uma claque como deve de ser ou então desistam que fazem mal andarem só dois a trabalhar para tantos!
Bom... dois abraços um para o tico o outro para o teco.
lol...lol...lol...lol..lol...lol...lol...lol...lol...
ResponderEliminarUltras ao Poder!
já só faltam dois para jogarem às cartas, se bem que já podiam jogar ao peixinho.
Ou mesmo às damas.
força miudos não desistam nunca, sem voces o SCC não ganha, até os jogadores sentem isso.
É preciso é tomates
AHAH sinceramente de vez em quando lembram-se!!
ResponderEliminarA famosa claque que ia ser formada para este ano ainda não se viu nada :\ n sei é porquê!!
Se alguem consegue fazer melhor têm bom remédio... criem uma nova ou candidatem-se a esta...
Já agora se querem candidatar-se a esta que ja tem as bases têm que se fazer sócios..
então tens bom remedio, para ja podias identificar-t para te juntares a clake... e se só somos 2/3 elementos é por essa mentalidade como á tua... D x enkando ja vem a criticar no blog mas ninguem tem tomates pra se juntar a nos...
ResponderEliminarAos criticos só tenho uma coisa a dizer e concordo com o que referiaram os meus amigos, CRESCAM E DEÊM A CARA PK FALAR EM ANONIMATO É MUITO FACIL...
hahahahahaha