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25 novembro 2007

Resultados e Classificação ( 12ª Jornada )

  • Resultados:

Penalva 0 - 0 Nelas
Abrantes 1 - 0 Rio Maior
Benfica C. Branco 2 - 4 Oliv. Bairro
Anadia 1 - 0 Sátão
Tourizense 3 - 2 Caldas
Torreense 0 - 0 Pampilhosa
Sp. Covilhã 3 - 0 Eléctrico ( Ankyofna ; Edgar ; Paulo Vaz )

  • Classificação:

1 SP.COVILHÃ - 25
2 Oliveira Bairro - 24
3 Abrantes - 22
4 Torreense - 18
5 Tourizense - 17
6 Penalva - 16
7 Pampilhosa - 15
8 Caldas - 14
9 Benfica C. Branco - 14
10 Eléctrico - 14
11 Nelas - 14
12 Anadia - 13
13 Sátão - 10
14 Rio Maior - 7

Crónica de Eugénio Lopes ( S.C.Covilhã 3 - 0 Eléctrico Ponte Sôr )

Numa partida marcada pelo forte vento, o Sporting Clube da Covilhã voltou a saborear a conquista de três pontos ao vencer o Eléctrico Futebol Clube por 3-0, um triunfo que vale aos serranos a manutenção do lugar mais alto da classificação.
Perante a ventania sentida no Complexo Desportivo, era quase impossível assistir-se a um futebol de elevada qualidade, no entanto o esforço dos jogadores ainda possibilitou um encontro interessante. O Covilhã foi a formação que começou mais apostada no ataque e aos 14 minutos, André deu o primeiro sinal de perigo ao rematar torto em plena área forasteira, mas depois deste lance foi necessário esperar algum tempo por outra acção digna de realce. A equipa que veio de Ponte de Sor foi conseguindo anular as iniciativas locais, porém após a meia hora as dificuldades visitantes foram mais notórias, pois por duas vezes os serranos estiveram perto de marcar, aos 33 minutos por Edgar e aos 38 minutos por Dani. Como tal, não foi de estranhar o tento inaugural dos covilhanenses aos 41 minutos, quando na sequêcia de um canto, Ankyofna trabalhou bem a bola e rematou para os primeiros festejos locais. Ao intervalo: 1-0.
Na segunda parte, o Covilhã continuou a ser um conjunto perigoso e aos 54 minutos, Paulo Campos desperdiçou uma grande oportunidade para dilatar a vantagem. Porém, com o avançar do relógio, o Eléctrico arriscou mais no ataque em busca da igualdade e Igor Araújo foi sujeito a uma fase de maior trabalho, com saliência para a intervenção realizada aos 63 minutos a remate de Rodrigo. Os serranos sentiram o triunfo em causa e arrancaram para um derradeiro quarto de hora de bom nível, senão vejamos: aos 77 minutos, Paulo Vaz falhou incrivelmente uma assistência primorosa de Bruno Nogueira; aos 81 minutos, André rubricou uma boa jogada na esquerda e cruzou para o desvio certeiro de Edgar, que em missão ofensiva aumentou a diferença no marcador; aos 87 minutos, foi Paulo Campos que não aproveitou novo passe decisivo de Bruno Nogueira; e aos 90+3 minutos, Paulo Vaz redimiu-se do falhanço anterior e fixou o 3-0 como resultado final numa superior cobrança de um livre directo. Com este triunfo, o SC Covilhã mantém a liderança do campeonato, visitanto na próxima jornada o terreno do SL Nelas.


18 novembro 2007

Um comentário interessante

Ricardo Chaves disse...
Meus amigos sócios e simpatizantes vamos levar os jogos da covilha novamente ao santos pinto...vamos ser realistas...neste estadio nao ha as minimas condiçoes para o espectaculo...os adeptos estao numa autentica varanda longe muito longe do relavado...já se diz muito pela covilha: "parece uma varanda para os indios.."..os adeptos pura e simplesmente parece nao estarem la...lembrem-se do chaves-covilha do ano passado..e digam-me se o arbitro no santos pinto tinha a ousadia de ter feito o que fez com a massa associativa do covilha e com o clube...MEUS AMIGOS...eu gosto de espectaculo....gosto de futebol...quando vou ver futebol tambem a estadios que me marcam e o santos pinto foi um deles...vamos voltar ao santos pinto.. o estadio onde o sporting da covilha escreveu a letras de ouro paginas da sua historia...Força covilha..no santos pinto!!!!

Poucos campos possuem a beleza do Santos Pinto, ladeado pela gigantesca montanha a elevar-se ao céu e também a extensa planície e a urbe, mostrando um cenário variegado de rico panorama.

Temos de preservar as nossas origens e não esquecer onde nascemos e quando esse interesse está em jogo o dinheiro está em segundo plano

o SCC não é uma questão de dinheiro...é uma PAIXÃO, um emblema da beira interior e o nosso emblema... e o santos pinto é a casa onde os grandes adeptos do SCC se sentem bem..porque foi la que cresci como adepto e é la que tenho o pensamento quando estou no complexo..nao consigo esquecer aquele ambiente..a romaria ao santos pinto

ÚNICO

peço a claque que lute também por esta causa porque acredito que no fundo sentem o mesmo que eu...e é notada a diminuição do numero de adeptos da claque que costumam presenciar os jogos desde que fomos para o complexo...

17 novembro 2007

11 novembro 2007

Resultados e Classificação ( 11ª Jornada )

  • Resultados:
Caldas 0 - 0 Pampilhosa
Sátão 0 - 0 Tourizense
Oliv. Bairro 4 - 1 Anadia
Rio Maior 0 - 0 Benfica C. Branco
Nelas 2 - 3 Abrantes
Eléctrico 2 - 0 Penalva
Torreense 1 - 0 Sp. Covilhã

  • Classificação:

1 SP.COVILHÃ - 22
2 Oliveira Bairro - 21
3 Abrantes - 19
4 Torreense - 17
5 Penalva - 15
6 Benfica C. Branco - 14
7 Caldas - 14
8 Tourizense - 14
9 Pampilhosa - 14
10 Eléctrico - 14
11 Nelas - 13
12 Sátão - 10
13 Anadia - 10
14 Rio Maior - 7

10 novembro 2007

Crónica de Eugénio Lopes

A 11ª jornada proporcionou a primeira derrota do Sporting Clube da Covilhã no Campeonato Nacional da 2ª Divisão, um desaire que aconteceu no campo do Sport Clube União Torreense e que colocou um ponto final na onda de sucessos dos serranos.
O Torreense foi a formação que melhor entrou no jogo, obrigando o sector mais recuado dos serranos a redobrada atenção para evitar maiores problemas para a sua baliza. No entanto, volvidos alguns minutos, o Covilhã agarrou o controle da partida e começou a procurar com frequência as redes locais, com destaque para dois lances: aos 11 minutos, Paulo Gomes atirou para uma boa defesa de Humberto; e aos 15 minutos, Bruno Nogueira surgiu isolado e foi derrubado pelo guardião adversário, ficando os serranos a reclamar uma grande penalidade, não atendida pelo árbitro Bruno Esteves, que assinalou a falta fora da área. Posteriormente, o Torreense libertou-se do domínio covilhanense e Lyon possibilitou uma boa intervenção a Igor Araújo, contudo foi após a meia hora que os locais tiveram um período de superioridade e de maior perigo, com saliência para um remate de Paulo Vítor aos 33 minutos, que por pouco não inaugurou o marcador. Porém, o golo local acabou mesmo por acontecer aos 40 minutos, com Flávio Júnior a isolar-se para passar por Igor Araújo e atirar para o fundo das redes, diga-se que Flávio Júnior já por duas vezes tinha perturbado o guarda redes serrano, que assim voltou a sofrer um tento após 435 minutos sem ser batido. Ao intervalo: 1-0.
Na segunda parte, o Covilhã apareceu claramente apostado em inverter o resultado, mas o Torreense fechou bem os caminhos para a sua baliza e contrariou os objectivos adversários, passando a actuar em contra ataque. Aos 72 minutos, com a expulsão de Castro, que viu o vermelho directo devido a uma entrada muito dura sobre Dani, pensou-se que os locais podiam claudicar na sua postura defensiva, mas tal não aconteceu mesmo reduzidos a dez unidades. Apesar de todo o empenho, inclusive com os defesas centrais Edgar e Real no ataque, o Covilhã não conseguiu importunar seriamente a baliza defendida por Humberto, o que possibilitou ao Torreense conquistar os três pontos em disputa. Na próxima semana, o campeonato dá lugar à Taça de Portugal, com os serranos a receberem o Vizela, que milita na Liga de Honra.


Torreense 1-0 Sp. Covilhã

1-0

04 novembro 2007

Crónica de Eugénio Lopes

O Sporting Clube da Covilhã continua na rota das vitórias, pois nesta jornada somou três pontos no campo do Sport Clube Penalva do Castelo e manteve o 1º lugar da classificação, elevando para quatro o número de sucessos consecutivos.
A primeira parte foi disputada quase sempre a alta velocidade, embora com o jogo a desenvolver-se essencialmente a meio campo, o que impossibilitou o surgimento de demasiados lances de grande perigo. Aos 22 minutos, o técnico Rui França foi obrigado a mexer na equipa, visto que Fabrício lesionou-se e cedeu o seu lugar a André. Volvidos alguns minutos, os serranos construíram a primeira ameaça séria ao nulo, com Sérgio Rebordão a efectuar um passe que isolou Bruno Nogueira, que atirou para uma grande defesa de Nuno, sobrando ainda a bola para a recarga por alto de André. O Covilhã tomou então conta do jogo e fez recuar o Penalva do Castelo para o seu sector defensivo, que bem organizado foi anulando as investidas visitantes. Os locais passaram a actuar mais em contra ataque e aos 38 minutos elaboraram um lance muito perigoso, mas Tomé rematou para fora em posição privilegiada. Ao intervalo: 0-0.
Na etapa complementar, o jogo permaneceu movimentado, com um Covilhã mais empreendedor, mas com um Penalva muito atento e que conseguiu, perto dos 60 minutos, uma série de três cantos seguidos. No entanto, a formação visitante foi quem mais procurou o golo inaugural, que aconteceu aos 63 minutos por intermédio de Paulo Gomes, que converteu uma grande penalidade originada pelo derrube do próprio na área adversária. Os locais tentaram reagir à desvantagem, mas foram os serranos que estiveram perto de voltar a mexer no marcador em duas situações: aos 69 minutos, Sérgio Rebordão apontou um livre que levou a bola a passar perto das redes contrárias; e aos 74 minutos, Paulo Campos rematou para uma excelente intervenção do guardião Nuno. A missão do Penalva ficou mais complicada aos 76 minutos, porque Paulo Listra foi expulso devido a uma cotovelada em Sérgio Rebordão, contudo foi após esta contrariedade que o empate pairou no ar, mas Ankyofna estava no sítio certo e evitou o êxito do remate de Coquinho. As dúvidas sobre o triunfo serrano foram dissipadas aos 87 minutos, quando Pombo cruzou da esquerda para Paulo Vaz assinar o segundo tento covilhanense. O Penalva do Castelo foi uma equipa muito combativa e ainda efectuou um remate ao poste, mas o resultado ficou mesmo em 0-2 e os adeptos do Covilhã puderam festejar o quarto triunfo seguido, com um parcial nessas partidas de dezasseis golos obtidos e zero consentidos, uma estatística bastante estimulante a anteceder a deslocação ao campo do Torreense na próxima jornada.


Resultados e Classificação ( 10ª Jornada )

  • Resultados:


Caldas 2 - 0 Torreense
Pampilhosa 2 - 1 Sátão
Tourizense 0 - 0 Oliv. Bairro
Anadia 1 - 1 Rio Maior
Benfica C. Branco 3 - 1 Nelas
Abrantes 2 - 0 Eléctrico
Penalva 0 - 2 Sp. Covilhã ( Paulo Gomes ; Paulo Vaz )


  • Classificação:

1 SP.COVILHÃ - 22

2 Oliveira Bairro - 18
3 Abrantes - 16
4 Penalva - 15
5 Torreense - 14
6 Benfica C. Branco - 13
7 Caldas - 13
8 Tourizense - 13
9 Nelas - 13
10 Pampilhosa - 13
11 Eléctrico - 11
12 Anadia - 10
13 Sátão - 9
14 Rio Maior - 6